A CONQUISTA DO ÉDEM
Na Portugal de 1497, cinco cavaleiros da Ordem de Cristo saem numa missão não oficial, rumo a mares desconhecidos.
  
  
O SEGREDO DO ORÁCULO PERDIDO
Neco, menino maroto, órfão de pai e mãe, admirava desejoso a cidade por trás das grades do muro do orfanato...
  
  
LIVRO LÚDICO
No intuito de criar um modo de atrair a atenção de pessoas – de qualquer faixa etária – para a leitura, além de proporcionar uma forma diferente...
  
  
MARGARIDA NO JARDIM
Narra com simplicidade o ciclo natural da vida. Usa a natureza como parâmetro, permitindo à criança um contato direto...
  
  
O MEMORIAL DA BRUXA
Tambores ressoam escondidos na mata. O coração do invasor marcha no mesmo ritmo....
  
  
O MISTÉRIO DAS PIRÂMIDES
Emoções, emoções e mais emoções, mil cores neste romance que deixa o leitor na expectativa daquilo que, até à ultima....
  

   
 

  Tambores ressoam escondidos na mata. O coração do invasor marcha no mesmo ritmo. Haverá medo, sangue e morte. Para o civilizado, um mundo em descoberta; para o nativo, um mundo em invasão.

  Neste cenário vemos Ariel. Vinda da França, onde a mão pesada da inquisição desabara sobre seu corpo frágil, arrancando-a de suas raízes e lançando-a através dos temidos mares de l604. Incontrolável, o destino submerge seu caminho, levando ao fundo seus planos, emergindo apenas a esperança de uma nova vida. Mas, a maldade chega com o homem civilizado, agredindo o nativo com a violência do estupro, ensinando-o a revidar na mesma moeda. Ariel prova o gosto amargo dessa revolta, trazendo ao mundo uma brasileira.

  Assim, São Luís do Maranhão conhece duas gerações: Ariel, a bruxa, e sua herdeira Etianne. O carma passado de mãe para filha cria barreiras, separando Etianne do mundo civilizado. Apesar de viverem sob o mesmo céu azul, e refrescados pelas mesmas águas, Etianne possuía um mundo só seu.

  Às margens da sociedade, o ódio adoece o coração da jovem, e o único remédio encontrado é a vingança.

  Lidar com o ódio, a revolta e a solidão era uma rotina. Mas, como reagiria a quase selvagem diante do amor?



Alda Andreia Therkovsky

 

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